Controverso, genial e deliberadamente auto-consciente, “Funny Games” é um dos jovens clássicos do cinema que há muito tempo merecia um RdMCast mais do que especial por saber desconstruir, criticar e utilizar todo o potencial da violência narrativa. *Episódio editado por Michael Haneke

  • Arte da Vitrine: Bruna Aleixo
Telles Design

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2 Comentários

  1. Guilherme em

    Nunca tinha ouvido falar desse filme, mas parti do podcast de vocês, e que surpresa sensacional! Há muito que eu não ficava tão perturbado com algo sobre assassinos reais (e não assombrações ou coisa do tipo). E a explicação de vocês sobre as intenções do criador enriqueceram ainda mais a qualidade. Apesar que achei o pós-cena da morte do garoto longo demais (mesmo entendendo que o objetivo era causar desconforto). Já fiquei chapado quando o gordinho entrou na casa da mulher sem ela nem ter convidado… se fosse eu expulsava na bicuda. Na minha opinião os dois eram sim, doentes mentais de algum tipo e o tiozão era realmente banana, teve algumas chances de reagir e eliminar pelo menos um dos caras, ficando de igual para igual com o sequestrador. Mas o que deixa mais puto nesse filme e é revoltante, é como os dois malucos são covardes. Eles pegam sempre como vítimas pessoas de meia idade e fracas mentalmente. Queria ver eles fazerem essa “brincadeira” desarmados aqui no meu bairro kkk. Enfim, parabéns pelo trabalho!

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